Estou sempre na minha. Acho esta maneira de me comportar a mais prudente e sensata. Estou na minha por motivos passados e por expectativas futuras.
Já escutei casos e já vi o mundo girar, quando nada apontava para uma mudança radical. Estou aqui, quase como dizendo sim , sim; não, não.
É até hilário quando escrevo isso. Parece que entro na seara da subserviência e da resignação. Mas, é quase assim.
Aprendi com a vida a ser muito pés no chão. O que me chega de" supetão", me faz mal. Se não ando na retaguarda, não me preparo para vivências e para sobrevivências.
É certo que amo escrever por metáforas. Já entrei na área da Filosofia e me dei bem. Pouca gente sabe disso e muitas pessoas já tomaram conhecimento desta minha faceta.
Há em mim um lado muito aguçado de intelecto que nasci com ele, mas também há um loado infantil que me dá muita vida e, por que não dizer, mais atraente.
Amo a vida, com nuances ou não, embora tenha quem pense o contrário. Haja vontade de me escancarar por inteiro, alma e corpo...
Estou sempre na minha. Só guardo segredo porque preciso e o que o mundo não pede, fica na surdina, debaixo dos meus lençóis mais íntimos.
Estou sempre na minha. Certa vez, resolvi ser a doação total e me dei mal. Pensei muito para chegar a esse patamar de privacidade.
Tem fatos que eu me calo e outros que eu me policio. A maturidade , com os seus ganhos e perdas, me ensinou o suficiente de tudo ou de quase tudo.
Se estou sempre na minha, por analogia eu sou eu , hoje e sempre. Assim espero, pois o que me vem de supetão esbarra na minha privacidade.
Quem já não foi aconselhado assim: BICO CALADO!!!!
terça-feira, 28 de agosto de 2012
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
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